segunda-feira, 4 de julho de 2011

Digressão 16 – Saudade e Mario Quintana.

Dizia ele que “Se o poeta falar num gato, numa flor (...) Se não disser simplesmente nada e disser simplesmente tralalá... Que importa? Todos os poemas são de amor!”. Permita-me acrescentar Quintana. Todos os poemas de amor falam de saudade.

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